
Prefeito Municipal
Orlando Martinho da Silva governou Tefé no quatriênio de 1960 a 1963. Foi eleito na eleição de janeiro de 1960 e assumiu o Executivo municipal ainda no cargo de Coletor da Receita Federal do município.
Era alagoano, natural da cidade de Atalaia, nascido em 21 de novembro de 1926. Fixou-se em Tefé, onde se casou com Norma Gonçalves da Silva, com quem teve dois filhos.
A gestão marcou o início da mudança de aspecto da cidade. Foi com ele que começou a desaparecer a relva que forrava as ruas: mandou capinar as ruas Olavo Bilac e Duque de Caxias, aterrou as duas com terra vermelha e mandou asfaltá-las — uma camada fina, que logo começou a se desfazer, mas que foi o primeiro asfaltamento de Tefé. As ruas receberam sarjetamento completo e a praça pública foi remodelada. Desapropriou o antigo prédio do Correio e Telégrafo, ao lado da Prefeitura, e em seu lugar construiu a Praça Alcindo Roberto, batizada em homenagem ao enfermeiro do posto do Serviço de Saúde Pública que atendia os doentes da cidade quando não havia médico.
Também transferiu a Usina de Luz da junção das ruas Duque de Caxias e Olavo Bilac para a Praça Remanso do Boto, equipando-a com um gerador movido por motor de 40 HP — mais potente, embora ainda insuficiente para a demanda da cidade. Em sua administração foram instalados os transmissores da Rádio Educação, que foi inaugurada, e chegaram a Tefé o Movimento de Educação de Base (MEB) e a ACAR.
No começo de 1962 o Banco do Brasil S/A instalou-se em Tefé, numa dependência da loja de Túlio Azevedo; o prefeito cedeu o prédio da antiga Superintendência para servir de agência provisória e, pela Lei nº 373, de 27 de dezembro de 1963, isentou o banco de todos os impostos municipais. A chegada do banco, somada ao MEB e à ACAR, redirecionou a economia local do extrativismo para a agricultura, sobretudo a farinha de mandioca. Ao terminar o mandato, retirou-se da vida política e voltou a exercer o cargo de agente da Receita Federal em Tefé, com jurisdição sobre Fonte Boa, Jutaí, São Paulo de Olivença e Benjamim Constant.
Mandou capinar as ruas Olavo Bilac e Duque de Caxias, aterrá-las com terra vermelha (lato solo) e asfaltá-las. A camada era fraca e logo começou a se desfazer, mas foi o primeiro asfalto assentado na cidade. As ruas também receberam sarjetamento completo.
Começou a desaparecer a relva que forrava as ruas de Tefé e abrigava o mucuim, e a cidade mudou de aspecto.
Desapropriou o antigo prédio do Correio e Telégrafo, que ficava junto à Prefeitura e havia sido doado à Prelazia de Tefé, e em seu lugar construiu uma praça. O nome homenageia Alcindo Roberto, enfermeiro do Posto do Serviço de Saúde Pública que atendia os doentes quando não havia médico na cidade.
A praça permanece ao lado do Paço Municipal e é uma das quatro praças do Centro Urbano de Tefé.
Mudou a Usina de Luz, que ficava na junção das ruas Duque de Caxias e Olavo Bilac, para a Praça Remanso do Boto, equipando-a com um gerador mais potente, movido por motor de 40 HP.
Aumentou a produção de energia da cidade, embora ainda insuficiente para atender toda a demanda.
O banco instalou-se em Tefé no começo de 1962, numa das dependências da loja de Túlio Azevedo. O prefeito colocou o prédio da antiga Superintendência à disposição para servir de agência provisória e, pela Lei nº 373, de 27 de dezembro de 1963, isentou o banco de todos os impostos municipais.
Comerciantes, pequenas empresas e agricultores de Tefé e de Coari passaram a ter financiamento, e a produção local começou a migrar do extrativismo para a agricultura.
Foi no governo deste prefeito que se instalaram os transmissores da Rádio Educação e se deu a sua inauguração, e que vieram para Tefé o Movimento de Educação de Base (MEB) e a ACAR.
A rádio e o MEB passaram a levar orientação diária às comunidades ribeirinhas, e a ACAR deu assistência técnica agrícola — tripé que sustentou a expansão da cidade na década seguinte.
Mandou modificar a praça pública da cidade e executou o sargetamento completo das artérias do Centro.
Melhorou o escoamento das águas e a circulação no Centro Urbano.